Mostrando postagens com marcador Matanza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matanza. Mostrar todas as postagens

18 dezembro 2008

Matanza - To Hell With Johnny Cash - 2005



“Five Feet High And Rising” e “Straght A´s In Love” soam bem punks, com forte pegada ramônica, enquanto que “My Treasure” é no mínimo engraçada, com o vocal rouco mas corretíssimo de Jimmy, com uma banda super entrosada. O CD continua com a excelente versão (deveria estar na novela “Bang-Bang”) de “San Quentin”, e a pesada “Tell Him I´m Gone”, com um acento blues fortíssimo.

Os caras resolveram bagunçar o coreto de Mr. Cash e se deram muito bem. Músicas como “Leave That Junk Alone”, “Belshazar” e o mega-sucesso “Cry, Cry, Cry” ficam ótimas com a mistura punk/rock/blues e country que os caras tiveram a manha de inserir. Ainda podemos encontrar algumas influências dos seminais Toy Dollz (não conhece? HÉREGE!) em “Don´t Take Your Guns To Town” e em “I Got Stripes”. Um puta CD, que nos lembra que rock and roll também foi feito para divertir, e (porque não?) fazer rir.

O DVD (afinal estamos diante de um DUALDISC – não conhece o formato?) inclui um interessante documentário intitulado “To Hell With Matanza”, aonde a banda expõe vários momentos da gravação e o porque de escolherem o nome Matanza e fazer algumas versões do cantor americano. Ainda temos os vídeos de “Five Feet And Rising”, “My Treasure”, “Big River” e “Wine Open Road”, gravados no Teatro Municipal de Niterói, com tudo o que o rock pede para ser divertido e contagiante: boa música, bebida e mulheres. Ainda temos uma “jukebox”, aonde podem ser ouvidas 8 faixas do CD no formato 5.1 (se você tiver equipamento que comporte tal formato). Destaque para o visual “Lemmy Is Alive” do vocalista Jimmy.

Um grande trabalho, contagiante, simples e muito bem feito. Além da ótima produção (esse tal de Rafael Ramos deu o tiro de sua vida ao acabar com o Baba Cósmica e virar produtor) e do excelente acabamento do DVD, a banda acerta no formato DUALDISC, gerando um pacote áudio-visual interessante. Obrigatório para quem curte o bom e velho rock and roll. (whiplash.net)

Faixas:

1. Five Feet High and Rising
2. Straight A's in Love
3. My Treasure
4. San Quentin
5. Tel Him I'm Gone
6. Leave That Junk Alone
7. Big River
8. Belshazzar
9. Wide Open Road
10. Cry, cry, cry
11. Don't Take Your Guns to Town
12. Home of the Blues
13. I Got Stripes

Tamanho: 39.19 MB

Link quebrado? Deixe um comentario!

DOWNLOAD AQUI!

Quer pedir um album? Participe da nossa comunidade e faça o seu pedido!

Comunidade [AllRockMp3]

Uploader: Cess

17 dezembro 2008

Matanza - A Arte do Insulto - 2006



Iniciando a bolacha já em altíssima velocidade com a faixa-título, uma ode sem papas na língua aos bebuns mais chatos do boteco, o Matanza continua sem concessões em seu som - um hardcore de caminhoneiro, poderoso e mal-educado com levadas country (daquele tipo mais sombrio, a la Johnny Cash) e boas pitadas de irreverência e da violência de sons como Motörhead (cujo vocalista, Lemmy, leva uma vida que lembra e muito as letras do Matanza, aliás).

Prepare-se para ouvir, no volume máximo, os temas favoritos do grupo em canções devastadoras: a canalhice ("Clube dos Canalhas", que presta reverência ao pulador de cerca profissional), a autodestruição ("Sabendo Que Eu Posso Morrer"), a jogatina ("Quem Perde Sai"), a porradaria ("Meio Psicopata"), o modo de vida anti-social ("Eu Não Gosto de Ninguém"). E, é claro, a boa e velha bebedeira, homenageada em "Ressaca Sem Fim" (se você estiver com aquela dor-de-cabeça típica da ressaca, melhor pular esta faixa), "O Chamado do Bar" (com seu antológico refrão "Devo nada pra ninguém / Bebo se estiver afim / A minha vida é minha / E a sua que se foda") e a ótima "Whisky Para um Condenado". Tudo isso quase sem intervalos entre uma canção e outra. Respire se puder.

"A Arte do Insulto" ainda permite que o Matanza revisite o Velho Oeste e seus bandidos sujos e malvados, tão presentes nos anteriores "Santa Madre Cassino" e "Música Para Beber e Brigar", com "O Caminho da Escada e da Corda" - na qual dá para visualizar claramente um vilão sendo enforcado ao pôr do sol do Alabama - e com a balada de despedida "Tempo Ruim". E olha só, ainda tem espaço até para a reflexiva "Quem Leva a Sério o Quê?", que cabe tanto para os críticos da grande imprensa ("A verdade é que não há verdade / Tudo é porque não há não ser") quanto para os pentelhos de plantão que adoram levantar discussões inúteis nos fóruns internéticos ("Desconheço quem tenha razão / Acho perda de tempo qualquer discussão").

Para encerrar, o quarteto desacelera o tom e apela para a deliciosa "Estamos Todos Bêbados", uma inacreditável balada irlandesa (não por acaso, o povo mais beberrão do planeta) com bandolins e tudo mais, de refrão que não dá para ficar sem cantar junto. Definitivamente, não haveria canção melhor para fechar um CD como este. Insulto pouco é bobagem.

Se você acha que o rock nacional está perdido nas mãos da Pitty, dos Detonautas e do Charlie Brown Jr., estes quatro malucos do Rio de Janeiro podem ajudar a desandar o molho com a sua bem-vinda criatividade e autenticidade. No fim das contas, é rock nacional com culhões de verdade. Graças a Deus. (whiplash.net)

Faixas:
1. A Arte do Insulto
2. Clube dos Canalhas
3. O Chamado do Bar
4. Sabendo que Eu Posso Morrer
5. Quem Perde Sai
6. Meio Psicopata
7. Eu Não Gosto de Ninguém
8. O Caminho da Escada e da Corda
9. Ressaca sem Fim
10. Tempo Ruim
11. Quem Leva a Sério o Quê?
12. Whisky para um Condenado
13. Estamos Todos Bêbados

Tamanho: 30.47 MB

Link quebrado? Deixe um comentario!

DOWNLOAD AQUI!

Quer pedir um album? Participe da nossa comunidade e faça o seu pedido!

Comunidade [AllRockMp3]

Uploader: Night

Matanza - Música Para Beber e Brigar - 2003



Em seu segundo disco, o ótimo Música Para Beber e Brigar, a banda mantém a saga iniciada no primeiro, Santa Madre Cassino.

As faixas, tanto no instrumental quanto nas letras, refletem bem o nome do disco. São 13 músicas que falam de bebedeiras e brigas em bar, tudo muito sacana e irônico, com bastante peso nas guitarras e a bateria dando o ritmo ora country rápido, ora punk-hardcore. Algo como um show do Ratos de Porão em algum saloon do Velho Oeste americano.

A banda já abre o álbum com Pé na Porta, soco na cara, com o forte refrão "Uh, Na cara! Reto que arrebenta o nariz. Essa noite vai dormir feliz. Pé na porta e soco na cara!". Na sequência, o que se ouve é uma sequência de grosserias, com histórias engraçadíssimas de bebedeiras e pancadarias em bares, algo totalmente descompromissado, com o puro e simples intuito de divertir.

A produção de Rafael "Ex-Baba Cósmica/Descobridor de Talentos" Ramos é excelente e o peso nas guitarras é invejável. O tratamento dado pela Deck Disc é de primeira, com faixa interativa, com o clipe da primeira música, e um belo encarte. Um trabalho sério de quatro caras - Jimmy (voz e gaita), Donida (guitarra), China (baixo) e Fausto (bateria) - que certamente não se levam a sério. Felizmente.


Faixas:

1. Pé na Porta e Soco na Cara
2. O Último Bar
3. Todo Ódio da Vingaça de Jack Buffalo Head
4. Maldito Hippie Sujo
5. Bota Com Buraco De Bala
6. Taberneira, Traga o Gim
7. Interceptor V-6
8. Busted
9. Bom É Quando Faz Mal
10. Pandemonium
11. Quando Bebe Desse Jeito
12. Matarei
13. Bebe, Arrota e Peida

Tamanho: 35.55 MB

Link quebrado? Deixe um comentario!

DOWNLOAD AQUI!
Quer pedir um album? Participe da nossa comunidade e faça o seu pedido!

Comunidade [AllRockMp3]

Uploader: Night

Matanza - Santa Madre Cassino - 2001




O Matanza é uma daquelas bandas cujo conceito parece ótimo no papel, mas que na prática não se concretiza de forma tão genial. O grupo se anuncia como uma mescla de country com punk rock, embalada em uma estética e letras que celebram o universo dos faroestes. Os versos das canções de Santa Madre Cassino são a porção mais interessante da mistureba; musicalmente, porém, as tais influências country-faroeste não falam tão alto. O que sobra é um disco de rock vigoroso e bem-humorado, que no entanto fica aquém dos tão comentados shows que o grupo tem feito no Rio.

O trunfo maior do grupo é o vozeirão do cantor Jimmy, que adere perfeitamente ao clichê "garganta encharcada de bourbon". Ele é o responsável por grande parte da personalidade do Matanza. As letras, cheias de bom humor, quase todas são ambientadas no velho Oeste. As canções contam historinhas (Ela Roubou Meu Caminhão, Mesa de Saloon) ou narram episódios amargos (Tombstone City), mas sempre com bom humor e originalidade. O resto fica a cargo da eficaz guitarra de Donida (também o compositor principal da banda), que incorpora de modo esperto influências das trilhas sonoras de westerns. Os riffs e solos de Donida dão um colorido maior a um trabalho instrumental que, de outra forma, ficaria limitado a um hardcore convencional. A inclusão ocasional de um banjo, tocado por Rick Ferreira, também é decisiva: a caipirice ianque pinta em Ye Ole Bluegrass Assassinate e Rio de Whisky. São detalhes que ajudam a quebrar a excessiva homogeneidade do disco, com faixas parecendo-se muito umas com as outras. Na faixa-título é que a fusão podreira + faroeste funciona perfeitamente a contento. As outras músicas caem mais para um punk acelerado (Eu Não Bebo Mais, Quanto Mais Feio), ou para um hard rock com inflexões caipiras (como por exemplo na boa Mesa de Saloon). (cliquemusic.uol.com.br)

Faixas:
1. Ela roubou meu caminhão
2. Mesa de saloon
3. Eu não bebo mais
4. E tudo vai ficar pior
5. Tombstone city
6. Rio de whisky
7. Quanto mais feio
8. Ye ole bluegrasss assassinate
9. Santanico (parte 1)
10. Santanico (parte 2)
11. Mais um dia por aqui
12. Imbecil
13. As melhores putas do Alabama
14. Santa Madre Cassino

Tamanho: 53.64 MB

Link quebrado? Deixe um comentario!

DOWNLOAD AQUI!

Quer pedir um album? Participe da nossa comunidade e faça o seu pedido!

Comunidade [AllRockMp3]


Uploader: Night